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Boa noite pessoal
Logo, logo tem novo artigo no blog e também no Imasters. Aguardem…
Hoje, porém peço licença para publicar um pequeno texto que tem muito a ver com alguns profissionais que se deixam prender pela rotina e o comodismo do emprego e que tem medo de se arriscar com coisas novas. 
Medos todos temos e eu não sou diferente. A estória abaixo ilustra bem como estava me sentindo – e ainda estou um pouco, porém a libertação está dentro de nós, da nossa cabeça…
Não lembro onde eu li este texto… Se for de alguém ai, se manifeste para eu colocar a fonte por favor…
Segue o texto:
Numa granja uma galinha se destacava entre todas as outras por sua coragem, espírito de aventura e ousadia. Não tinha limites e andava por onde queria.

O dono, porém, não apreciava estas qualidades e estava aborrecido com ela. Suas atitudes estavam contagiando as outras, que achavam bonito este modo de ser e já a estavam copiando.

Um dia o dono fincou um bambu no meio do campo, arrumou um barbante de aproximadamente 2,0 metros e amarrou a galinha a ele. Desse modo, de repente, o mundo tão amplo que a ave tinha foi reduzido a exatamente onde o barbante lhe permitia chegar. Ali, ciscando, comendo, dormindo, estabeleceu sua vida. 

Dia após dia acontecia o mesmo. De tanto andar nesse círculo, a grama, que era verde, foi desaparecendo e ficou somente terra. Era interessante ver delineado um círculo perfeito em volta dela. Do lado de fora, onde a galinha não podia chegar, a grama verde, do lado de dentro só terra.

Depois de um tempo o dono se compadeceu da ave, pois ela que era tão inquieta e audaciosa, havia se tornado uma pacata figura. Então cortou o barbante que a prendia pelo pé e a deixou solta.

Agora estava livre, o horizonte seria limite, poderia ir onde quisesse. Mas, estranhamente, a galinha mesmo solta, não ultrapassava o limite que ela própria havia feito. Só ciscava e andava dentro do círculo, seu limite imaginário. Olhava para o lado de fora, mas não tinha coragem suficiente para se “aventurar” a ir até lá.

Preferiu ficar do lado conhecido. Com o passar do tempo, envelheceu e ali morreu.
 
Pensem nisso e não se tornem mais uma galinha no mundo corporativo…
Abraço
Mario

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