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Vou postar hoje uma artigo que foi publicado originalmente no OTN (Artigo OTN). 

A segunda parte desse artigo ainda não foi publicada e sabe-se lá se vai ser já que estão ocorrendo mudanças na aprovação das publicações e isso está gerando atrasos nas revisões. 

Para a segunda parte não ficar “jogada”, sem contexto, vou reproduzir a primeira parte aqui.

Esse texto foi originalmente revisado pelo Alex Zaballa (Blog) a quem eu queria agradecer aqui por toda a ajuda.

Vou reproduzir ele literalmente como no OTN.

===================================================================================

Não é de hoje que vemos crescer a importância das operações em cloud como um todo. É claro que os bancos de dados não ficariam de fora dessa evolução.

É cada vez mais comum ouvirmos falar termos como PaaS (Platform as a Service), IaaS (Infrastructure as a Service), SaaS (Software as a Service), entre outras.

Neste artigo, o que nos interessa é o Database Cloud Service, um dos produtos oferecidos no PaaS.

É claro que dependemos de análises profundas e individualizadas para definir se mantemos o nosso ambiente no já conhecido modelo “On-Premises” ou se partimos para soluções em Cloud, mas abaixo listo algumas vantagens da nuvem.

1) On-demand self service   – Rápido provisionamento e disponibilização de recursos.
2) Rapid elasticity         – Rápido escalonamento de recursos, conforme necessidade.
3) Measured usage           – Possibilidade de controle de consumo de recursos.
4) Resource pooling         – Arquiteturas flexíveis disponíveis conforme a necessidade.

Em dois artigos vamos explorar uma das possibilidades do Oracle Database Cloud Service que é o uso de uma Virtual Image utilizando também o Oracle Backup Cloud Service.

Basicamente, o Oracle Database Cloud Service nos fornece duas opções de configuração:

Oracle Database Cloud Service – Virtual Image: Inclui o database pré-instalado e o suporte, ou seja, o SO já vem preparado para a instalação, os instaladores já são fornecidos mas o DBA é quem faz essa instalação e manutenção de todo o ambiente de banco de dados. Nesse modelo, o DBA tem o acesso de root e tem todos os privilégios de SYSDBA no banco.

Oracle Database Cloud Service: Inclui o database já instalado e o suporte. São oferecidas também diversas ferramentas que facilitam a administração, backup e aplicação de patches dessa base na nuvem. Pelo painel do Oracle Cloud são passadas diretrizes para a criação de um banco de dados. A instance é criada e já iniciada como um serviço. Podem ser configurados, mas não são obrigatórios, backup’s automáticos dessa base. Nesse modelo, o DBA tem o acesso de root e tem todos os privilégios de SYSDBA no banco também.

Nos dois modelos podemos escolher o Oracle Database 11g ou o 12c, porém somente no modelo “Oracle Database Cloud Service” é que contamos com o Oracle 12c na versão 12.2. Para o Virtual Image, até a data desse artigo ainda não era possível contratar essa versão.

Vamos começar. Nosso pré-requisito é que a conta já esteja liberada pela equipe da Oracle para utilização dos serviços contratados.




Inserir o username e o password fornecidos.




2) Criação do serviço

Para iniciar a criação do ambiente, deve-se criar o serviço do database, ou seja, o “Database Cloud Service”.
Para isso, deve-se selecionar a opção no menu de navegação (ao lado do logo do Oracle Cloud).

Depois clicar em “Database”.
Será apresentada a tela abaixo. Já haviam outros serviços criados, por isso no “Summary” apareceram essas informações.
Clicar em “Create Service”.


Selecionar “Oracle Database Cloud Service – Virtual Image” e clicar em “Next”.
O resumo de tudo o que foi (ou pode ser) contratado em cada ambiente é exibido. Leia com atenção as opções.
Também já é marcado como default o serviço que foi contratado. Neste artigo, por exemplo, a opção “Oracle Database Cloud Service – Virtual Image” já está marcada. 


Deve-se agora selecionar a versão desejada a ser instalada. Para este artigo, será selecionada a versão 12c. Depois clicar em “Next”.

Selecionar a edição do Oracle que deve ser utilizada e clicar em “Next”. Novamente o default já vem marcado. Nesse artigo, vamos selecionar a edição “Standard Edition”.

Esse é um ponto bem importante da criação do ambiente do Database Cloud Service. 

Aqui será definido o nome do serviço, a chave que será utilizada para acesso via ssh ao servidor e o size inicial da máquina. 

Então, antes de iniciar devemos criar uma chave para nosso teste. Para isso utilizarei o PuTTYGen. 

Ao iniciar o PuTTYGen, a tela abaixo será apresentada.




No parte inferior, em “Parameters”, são definidos o tipo de chave que será utilizado e o seu tamanho em bits. Neste artigo, será usada a chave SSH-2 RSA de 2048 bits.
Clicar em “Generate”.


Importante: Durante a criação da chave, deve-se ficar movimentando o mouse na área em branco da tela para que a criação seja realizada.
Ao finalizar, será apresentada a tela acima. Deve-se preencher algumas informações antes de salvar a chave.
Key Comment: É opcional, mas é interessante de ser preenchido com algum comentário que identifique a chave.
Key Passphrase: Também é opcional, mas não teria sentido criar uma chave que não solicite uma senha antes da sua utilização.
Após preenchidas as informações, basta clicar em “Save Private Key” e salvar a chave.
Importante: Como a chave será utilizada somente administrativamente, ela será salva como uma chave privada. Se fosse ser divulgada essa chave para utilização pública, criaríamos uma chave pública.
Tendo a chave já criada, agora podemos continuar a criação do serviço. Para isso, clicar em “Edit” para inserir a chave que acabamos de criar. Depois de inserida a chave, faça o update da mesma como demonstrado abaixo. 


Para finalizar, clicar em “Enter”.

Com a chave importada, deve-se clicar em “Next”.


Após conferir se todas as informações estão corretas, clicar em “Create”.
Terminado esse processo a “máquina” estará criada e pronta para receber a instalação do Oracle.

3) Criação dos discos ou alocação de mais espaço para o serviço
Antes da instalação, iremos verificar o processo de aumento de espaço para a máquina. Quando o processo apresentado acima é executado, em nenhum momento é colocado o espaço em disco desejado. Por isso, após a criação já podemos alocar os espaços que iremos utilizar para a nossa base.
O processo de liberação de espaço é bem simples para o “Oracle Database Cloud Service – Virtual Image”.
Deve-se selecionar o serviço “SRV-TESTE” criado, e visualizar os detalhes desse serviço. Para isso, clicar em “Manage This Node”.


E selecionar a opção “Scale Up/Down”.





Preencher as informações solicitadas e clicar em “Yes, Scale Up/Down Service”.

Alguns pontos importantes nesse processo.

1) Pode-se, além de adicionar mais espaço, adicionar também mais capacidade de processamento à máquina.
2) Ao clicar em “Yes”, o serviço ficará indisponível. Esse aumento não é online.
3) Nesse exemplo, dois volumes de 500G serão apresentados ao servidor. Eles serão identificados na máquina como se fossem LUN’s de um storage comum.
4) Após as LUN’s serem apresentadas, deve-se formata-las e atribuir um tipo de FileSystem a elas. Neste artigo será utilizado o EXT4.

Após o serviço estar disponível novamente, deve-se acessar via SSH o servidor pelo seu IP público. Esse IP ficará documentado na tela de detalhes da base, no “Oracle Database Service”.
login as: opc
Authenticating with public key “rsa-key-20161010”
O processo deve ser feito como root.
sudo su –
Deve-se listar os discos para identificar as LUN’s apresentadas. Para isso, utilizar o comando abaixo.
lsblk -o NAME,UUID,MOUNTPOINT,FSTYPE
                NAME    UUID                                 MOUNTPOINT FSTYPE
       xvdb
       ├─xvdb1 947fa69d-3925-4738-a6c0-27d00f5c4f96 /boot      ext4
       ├─xvdb2 d24de279-f4f1-46ae-aa3b-5297bd258dcc [SWAP]     swap
       └─xvdb3 ac69bdf3-37be-47f2-9d59-6d4c672f98cc /          ext4
       xvdc
       └─xvdc1 e301e170-203e-4647-afb1-77a2a9a1bea9 /u01       ext4
       xvdd
       xvde
Como informado acima, os dois volumes destacados em vermelho (XVDD e XVDE) foram criados.
Verificar os dois discos e certificar que não existe nenhuma partição neles ainda.
fdisk -l /dev/xvdd
       Disk /dev/xvdd: 536.9 GB, 536870912000 bytes
       255 heads, 63 sectors/track, 65270 cylinders
       Units = cylinders of 16065 * 512 = 8225280 bytes
       Sector size (logical/physical): 512 bytes / 512 bytes
       I/O size (minimum/optimal): 512 bytes / 512 bytes
       Disk identifier: 0x00000000
fdisk -l /dev/xvde
       Disk /dev/xvde: 536.9 GB, 536870912000 bytes
       255 heads, 63 sectors/track, 65270 cylinders
       Units = cylinders of 16065 * 512 = 8225280 bytes
       Sector size (logical/physical): 512 bytes / 512 bytes
       I/O size (minimum/optimal): 512 bytes / 512 bytes
       Disk identifier: 0x00000000
O processo de realização do FDISK é igual ao feito em uma máquina física. Fazer nos dois volumes.
       fdisk /dev/xvdd
       
Selecionar/digitar as opções abaixo:
n                           — Nova partição
p                           — Partição primária
1                           — A partir do primeiro cilindro
enter                       — Aceitar o valor default
enter                       — Aceitar o valor default
w                           — Grava as alterações
     — Após a criação das partições, pode ser necessário executar um partprobe.
        partprobe /dev/xvdcd
Ao verificarmos novamente, as partições já irão aparecer.
lsblk -o NAME,UUID,MOUNTPOINT,FSTYPE
       NAME    UUID                                 MOUNTPOINT FSTYPE
       xvdb
       ├─xvdb1 947fa69d-3925-4738-a6c0-27d00f5c4f96 /boot      ext4
       ├─xvdb2 d24de279-f4f1-46ae-aa3b-5297bd258dcc [SWAP]     swap
       └─xvdb3 ac69bdf3-37be-47f2-9d59-6d4c672f98cc /          ext4
       xvdc
       └─xvdc1 e301e170-203e-4647-afb1-77a2a9a1bea9 /u01       ext4
       xvdd
       └─xvdd1
       xvde
       └─xvde1
Como verificado acima, não temos nenhum FileSystem ainda identificado pois ainda é preciso formatar as partições para utilizar o EXT4.
Isso deve ser feito assim:
mkfs.ext4 /dev/xvdd1
       mke2fs 1.43-WIP (20-Jun-2013)
       Filesystem label=
       OS type: Linux
       Block size=4096 (log=2)
       Fragment size=4096 (log=2)
       Stride=0 blocks, Stripe width=0 blocks
       32768000 inodes, 131070310 blocks
       6553515 blocks (5.00%) reserved for the super user
       First data block=0
       Maximum filesystem blocks=4294967296
       4000 block groups
       32768 blocks per group, 32768 fragments per group
       8192 inodes per group
       Superblock backups stored on blocks:
       32768, 98304, 163840, 229376, 294912, 819200, 884736, 1605632, 2654208,
       4096000, 7962624, 11239424, 20480000, 23887872, 71663616, 78675968,
       102400000
       Allocating group tables: done
       Writing inode tables: done
       Creating journal (32768 blocks): done
       Writing superblocks and filesystem accounting information:
       done
mkfs.ext4 /dev/xvde1
                mke2fs 1.43-WIP (20-Jun-2013)
       Filesystem label=
       OS type: Linux
       Block size=4096 (log=2)
       Fragment size=4096 (log=2)
       Stride=0 blocks, Stripe width=0 blocks
       32768000 inodes, 131070310 blocks
       6553515 blocks (5.00%) reserved for the super user
       First data block=0
       Maximum filesystem blocks=4294967296
       4000 block groups
       32768 blocks per group, 32768 fragments per group
       8192 inodes per group
       Superblock backups stored on blocks:
       32768, 98304, 163840, 229376, 294912, 819200, 884736, 1605632, 2654208,
       4096000, 7962624, 11239424, 20480000, 23887872, 71663616, 78675968,
       102400000
       Allocating group tables: done
       Writing inode tables: done
       Creating journal (32768 blocks): done
       Writing superblocks and filesystem accounting information:
       done
Ao verificar novamente, teremos o FileSystem já atribuído à partição.
lsblk -o NAME,UUID,MOUNTPOINT,FSTYPE
       NAME    UUID                                 MOUNTPOINT FSTYPE
       xvdb
       ├─xvdb1 947fa69d-3925-4738-a6c0-27d00f5c4f96 /boot      ext4
       ├─xvdb2 d24de279-f4f1-46ae-aa3b-5297bd258dcc [SWAP]     swap
       └─xvdb3 ac69bdf3-37be-47f2-9d59-6d4c672f98cc /          ext4
       xvdc
       └─xvdc1 e301e170-203e-4647-afb1-77a2a9a1bea9 /u01       ext4
       xvdd
       └─xvdd1 c66a1b83-79fc-4edf-a630-b8bd0681c2e9            ext4
       xvde
       └─xvde1 c47c789a-3c8f-4926-8a2f-d82d68da7c44            ext4
Finalmente, deve-se montar as duas partições. No nosso artigo serão utilizados os já clássicos “/u02” e “/u03”.
                cd /
                mkdir /u02 /u03
                chown oracle:oinstall /u02
                chown oracle:oinstall /u03
               
Edite o fstab e adicione os pontos de montagem.
vim /etc/fstab
       UUID=c66a1b83-79fc-4edf-a630-b8bd0681c2e9 /u02  ext4    defaults    0 0
       UUID=c47c789a-3c8f-4926-8a2f-d82d68da7c44 /u03  ext4    defaults    0 0
Executar como root:
       mount -a
df -h
       Filesystem      Size  Used Avail Use% Mounted on
       /dev/xvdb3       25G   12G   13G  47% /
       tmpfs            15G     0   15G   0% /dev/shm
       /dev/xvdb1      477M  148M  300M  34% /boot
       /dev/xvdc1       99G  7.9G   86G   9% /u01
       /dev/xvdd1      493G   70M  467G   1% /u02
       /dev/xvde1      493G   70M  467G   1% /u03
Nesse ponto, os volumes já estarão disponíveis para utilização.
Podemos verificar os espaços contratados e utilizados através do dashboard.

4) Instalação do SGBD

Quando o serviço do “Oracle Database Cloud Service – Virtual Image” é adquirido pelo cliente, isso quer dizer que o servidor vem parcialmente pronto para utilização. Ou seja, mesmo sendo o serviço criado pela página do “Oracle Database Cloud Service”, o banco de dados ainda deve ser instalado pelo DBA e depois a base de dados deve ser criada via DBCA.

Somente lembrando, isso está descrito no momento da criação do service.

Para a instalação devemos utilizar instaladores preparados especificamente para cloud e fornecidos juntamente com a criação do serviço.

Importante: Não são os mesmos instaladores utilizados em instalações “On-Premises”. Não devem ser utilizados esses instaladores.
login as: opc
Authenticating with public key “rsa-key-20161010”
A instalação deve ser realizada com o usuário Oracle. Os binários estão na pasta “/scratch/db”.
sudo su –
cd /scratch/db
ls -lrht
         -rw-r–r– 1 oracle oinstall 3.4G Sep 12 15:00 db12102_bits.tar.gz
         -rw-r–r– 1 oracle oinstall 3.1G Sep 12 15:07 db12102_se2bits.tar.gz
São oferecidos os dois instaladores – SE2 e EE. Basta executar o que foi contratado.
su – oracle
         cd /u01
         tar -vxzf /scratch/db/db12102_bits.tar.gz
Importante: São oferecidos os dois instaladores – SE2 e EE. Certifique-se de utilizar exatamente o instalador da sua versão, ou seja, se adquiriu o licenciamento da Standard Edition 2, deve usar o “db12102_se2bits.tar.gz”.
Voltar ao root e executar:
         exit
         /u01/app/oraInventory/orainstRoot.sh
         /u01/app/oracle/product/12.1.0/dbhome_1/root.sh
Nesse momento, o SGBD já estará instalado e disponível.

Para ilustrar e mostrar como esses instaladores são especialmente criados para cloud, abaixo segue o inventory do OPATCH mostrando todos os patches aplicados para esta imagem.
opatch lsinventory
Oracle Interim Patch Installer version 12.1.0.1.10
Copyright (c) 2016, Oracle Corporation.  All rights reserved.
Oracle Home       : /u01/app/oracle/product/12.1.0/dbhome_1
Central Inventory : /u01/app/oraInventory
from              : /u01/app/oracle/product/12.1.0/dbhome_1/oraInst.loc
OPatch version    : 12.1.0.1.10
OUI version       : 12.1.0.2.0
Log file location : /u01/app/oracle/product/12.1.0/dbhome_1/cfgtoollogs/opatch/opatch2016-11-14_11-11-20AM_1.log
Lsinventory Output file location : /u01/app/oracle/product/12.1.0/dbhome_1/cfgtoollogs/opatch/lsinv/lsinventory2016-11-14_11-11-20AM.txt
——————————————————————————–
Local Machine Information:
Hostname: XXX.oraclecloud.internal
ARU platform id: 226
ARU platform description:: Linux x86-64
Installed Top-level Products (1):
Oracle Database 12c                                                  12.1.0.2.0
There are 1 products installed in this Oracle Home.
Interim patches (3) :
Patch  22139226     : applied on Thu Jan 21 03:18:43 EST 2016
Unique Patch ID     :  19729684
Patch description   :  “Database PSU 12.1.0.2.160119, Oracle JavaVM Component (Jan2016)”
   Created on 4 Jan 2016, 01:41:46 hrs PST8PDT
   Bugs fixed:
     19699946, 19176885, 19623450, 22139226, 19909862, 21811517, 19223010
     21068507, 19895326, 19877336, 22118835, 22118851, 21566993, 19153980
     20408829, 21047766, 19231857, 19895362, 19855285, 20415564, 21555660
     19245191, 21047803, 20408866, 21566944
Patch  22543975     : applied on Thu Jan 21 03:16:54 EST 2016
Unique Patch ID:  19772638
   Created on 20 Jan 2016, 19:09:00 hrs PST8PDT
   Bugs fixed:
     19770063, 19665921, 21281607, 21154593, 22543975, 21294504
   This patch overlays patches:
     21948354
   This patch needs patches:
     21948354
   as prerequisites
Patch  21948354:    applied on Thu Jan 21 03:13:32 EST 2016
Unique Patch ID:    19553095
Patch description:  “Database Patch Set Update : 12.1.0.2.160119 (21948354)”
   Created on 20 Dec 2015, 23:39:33 hrs PST8PDT
Sub-patch  21359755; “Database Patch Set Update : 12.1.0.2.5 (21359755)”
Sub-patch  20831110; “Database Patch Set Update : 12.1.0.2.4 (20831110)”
Sub-patch  20299023; “Database Patch Set Update : 12.1.0.2.3 (20299023)”
Sub-patch  19769480; “Database Patch Set Update : 12.1.0.2.2 (19769480)”
   Bugs fixed:
     19189525, 19075256, 19141838, 19865345, 19791273, 19280225, 18845653
     20951038, 19243521, 19248799, 21756699, 18988834, 19238590, 21281532
     20245930, 18921743, 18799063, 19134173, 19571367, 20476175, 20925795
     19018206, 20509482, 20387265, 20588502, 19149990, 18849537, 18886413
     17551063, 19183343, 19703301, 19001390, 18202441, 19189317, 19644859
     19358317, 19390567, 19279273, 19706965, 19068970, 19619732, 20348653
     18607546, 18940497, 19670108, 19649152, 18948177, 19315691, 19676905
     18964978, 19035573, 20165574, 19176326, 20413820, 20558005, 19176223
     19532017, 20134339, 19074147, 18411216, 20361671, 20425790, 18966843
     20294666, 19307662, 19371175, 19195895, 19154375, 19468991, 19174521
     19520602, 19382851, 21875360, 19326908, 19658708, 20093776, 20618595
     21787056, 17835294, 19791377, 19068610, 20048359, 20746251, 19143550
     19185876, 19627012, 20281121, 19577410, 22092979, 19001359, 19518079
     18610915, 19490948, 18674024, 18306996, 19309466, 19081128, 19915271
     20122715, 21188532, 20284155, 18791688, 20890311, 21442094, 18973548
     19303936, 19597439, 20235511, 18964939, 19430401, 19044962, 19409212
     19879746, 20657441, 19684504, 19024808, 18799993, 20877664, 19028800
     19065556, 19723336, 19077215, 19604659, 21421886, 19524384, 19048007
     18288842, 19689979, 20446883, 18952989, 16870214, 19928926, 21526048
     19180770, 19197175, 19902195, 20318889, 19730508, 19012119, 19067244
     20074391, 19512341, 19841800, 14643995, 20331945, 19587324, 19547370
     19065677, 19637186, 21225209, 20397490, 18967382, 19174430, 18674047
     19054077, 19536415, 19708632, 19289642, 20869721, 19335438, 17365043
     18856999, 19869255, 20471920, 19468347, 21620471, 16359751, 18990693
     17890099, 19439759, 19769480, 19272708, 19978542, 20101006, 21300341
     20402832, 19329654, 19873610, 21668627, 21517440, 19304354, 19052488
     20794034, 19291380, 18681056, 19896336, 19076343, 19561643, 18618122
     20440930, 18456643, 19699191, 18909599, 19487147, 18250893, 19016730
     18743542, 20347562, 16619249, 18354830, 19687159, 19174942, 20424899
     19989009, 20688221, 20441797, 19157754, 19032777, 19058490, 19399918
     18885870, 19434529, 19018447, 18417036, 20919320, 19022470, 19284031
     20474192, 20173897, 22062026, 19385656, 19501299, 17274537, 20899461
     19440586, 16887946, 19606174, 18436647, 17655240, 19023822, 19178851
     19124589, 19805359, 19597583, 19155797, 19393542, 19050649
——————————————————————————–
OPatch succeeded.
Em destaque, o PSU aplicado é o de Janeiro de 2016. Como podemos verificar nos notes “Oracle Recommended Patches — Oracle Database (Doc ID 756671.1)” e Quick Reference to Patch Numbers for Database/GI PSU, SPU(CPU), Bundle Patches and Patchsets (Doc ID 1454618.1)existem PSU’s mais recentes que devem ser aplicados.
O ideal, até a data desse artigo, seria aplicar o PSU 12.1.0.2.161018 de Outubro/2016.
Como estamos utilizando o “Oracle Database Cloud Service – Virtual  Image”, esse controle de patches deve ser feito pelo DBA através do MOS e dos comunicados de PSU’s e Bandle Patches liberados.
Caso estivéssemos usando o “Oracle Database Cloud Service”, no console de administração do serviço de banco de dados seria apresentado a lista de patches recomendados para manter o ambiente atualizado.

Como não é o foco desse artigo a aplicação de patches no Oracle Database Cloud Service, essa operação não será demonstrada.

Mais informações sobre essa aplicação podem ser verificadas em:
5) Criação da base de dados
Para a criação da base, pode-se utilizar o DBCA na sua opção visual. Eu sempre prefiro o “silent mode” e é essa opção que será apresentada aqui.
Exportar as variáveis de ambiente
                export ORACLE_HOME=/u01/app/oracle/product/12.1.0/dbhome_1
                export PATH=$ORACLE_HOME/OPatch:$ORACLE_HOME/bin:$PATH
                export ORACLE_BASE=/u02/oradata/
E executar o DBCA em modo silent.
dbca -silent -createDatabase -templateName General_Purpose.dbc
-gdbName soulprd -sid soulprd -sysPassword aaa123
-systemPassword aaa123 -emConfiguration NONE
-datafileDestination /u02/oradata
-createAsContainerDatabase false -storageType FS
-memoryPercentage 40 -automaticMemoryManagement true
-redoLogFileSize 300 -recoveryAreaDestination NONE
-characterSet WE8ISO8859P1 -nationalCharacterSet AL16UTF16
-sampleSchema false -databaseType MULTIPURPOSE
Os parâmetros utilizados são bem simples e intuitivos. Mais detalhes no HELP do comando.
A saída esperada ao término do comando é essa abaixo.
File Validations Successful.
Copying database files
DBCA_PROGRESS : 1%
DBCA_PROGRESS : 3%
DBCA_PROGRESS : 11%
DBCA_PROGRESS : 18%
DBCA_PROGRESS : 26%
DBCA_PROGRESS : 37%
Creating and starting Oracle instance
DBCA_PROGRESS : 40%
DBCA_PROGRESS : 45%
DBCA_PROGRESS : 50%
DBCA_PROGRESS : 55%
DBCA_PROGRESS : 56%
DBCA_PROGRESS : 60%
DBCA_PROGRESS : 62%
Completing Database Creation
DBCA_PROGRESS : 66%
DBCA_PROGRESS : 70%
DBCA_PROGRESS : 73%
DBCA_PROGRESS : 85%
DBCA_PROGRESS : 96%
DBCA_PROGRESS : 100%
Database creation complete. For details check the logfiles at:
       /u01/app/oracle/cfgtoollogs/dbca/soulprd.
Database Information:
Global Database Name:soulprd
System Identifier(SID):soulprd
Ao chegarmos nesse ponto, o serviço do Database Cloud já está criado, o SGBD está instalado e a base de dados já foi criada e está pronta para utilização. Não se esqueça de criar o listener também via NETCA.
Após o listener criado, é o momento de liberar o acesso via regra.
6)  Criação da regra de acesso à base de dados via Listener
Para que a base fique acessível via listener por outros servidores, precisamos criar uma regra de acesso a esse servidor na porta 1521.
Deve-se voltar a tela do “Oracle Database Cloud Service”. Para isso, clicar no menu ao lado do logo do Oracle Cloud.


Selecionar “Oracle Database Cloud Service”.


Clicar no menu ao lado do service criado e depois selecione “Access Rules”.

Selecionar “Create Rule”.


Preencher todas as opções e clicar em “Create”. 







Será apresentada a mensagem abaixo.

Para testar, vamos utilizar o SQL Developer para fazer uma conexão. Vamos criar uma conexão com as informações do cloud.




Conexão executada com sucesso.



Neste artigo ficou claro a facilidade, praticidade e rapidez para a criação desse ambiente.
No próximo artigo vamos realizar as configurações do WALLET e do Oracle Cloud Backup  Service.

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